Ninguém age de má-fé. O regulador quer encerrar o sinistro dentro do prazo. O que falta é uma camada que reconheça o documento como dado sensível antes de ele chegar ao modelo.
Informação de saúde tem proteção reforçada na LGPD. Enviá-la a um serviço de terceiro sem base legal e sem contrato expõe a companhia a sanção e a ação do titular.
O processo de regulação precisa ser reconstituível. Se parte da análise passou por ferramenta não registrada, a companhia não consegue sustentar como chegou à conclusão.
Critério que afete aceitação ou preço exige explicação ao segurado e ao regulador. Sem registro do que foi consultado, a justificativa fica frágil.
Auditoria interna, atuária e a supervisão da Susep já perguntam por uso de IA nos processos críticos. A resposta precisa ser documental.
A mesma equipe, as mesmas ferramentas, com a decisão tomada antes de a informação sair. Cada tipo de documento tem o seu tratamento, definido com compliance e com a área técnica.
Cada consulta fica ligada ao ramo, ao produto e ao processo. É o documento que sustenta a resposta à auditoria, à Susep e ao próprio segurado, sem depender de memória de ninguém.
O ganho é o mesmo que a equipe já busca nas ferramentas públicas. A diferença é que agora ele é auditável.
Como cada consulta carrega ramo, produto e processo, o custo da IA entra na despesa administrativa e o ganho aparece onde ele acontece.
O consumo entra no produto certo, então deixa de ser despesa difusa de tecnologia.
Limite de consumo com alerta e bloqueio automático, definido pelo comitê de riscos.
Quando a auditoria ou a Susep pergunta como a companhia usa IA, a resposta é um relatório.
Não. Aceitar risco, recusar proposta, precificar e pagar ou negar indenização são sempre decisões da companhia, tomadas por subscritor, regulador e comitê. O que a IA faz é organizar o material que sustenta a decisão, e o que a plataforma faz é registrar o que foi consultado e por quem.
Dado de saúde é categoria sensível na LGPD e recebe tratamento próprio na política, definido com a companhia no diagnóstico. O ponto prático é que ele deixa de sair sem controle e cada acesso passa a ficar registrado, com autorização quando a política exigir.
Não. O AIOFLOW é o ponto único de acesso aos modelos que a equipe já usa. Claude, GPT, Gemini e os demais continuam disponíveis, agora por uma porta onde a política da empresa vale e o registro acontece. Não se instala agente nas estações e não se perde acesso a modelo nenhum. A plataforma chega com um catálogo de mais de 300 modelos de agente e mais de 90 conectores homologados, que são personalizados para o contexto de cada cliente. Ninguém começa da folha em branco.
Ajuda no que o regulador de sinistro mais perde tempo: organizar documentação volumosa. O ganho de prazo é real e, diferente do que acontece hoje, cada consulta fica ligada ao processo, então a companhia consegue reconstituir depois como o caso foi analisado.
O PL 2338/2023 caminha para exigir transparência, rastreabilidade e responsabilização de quem usa IA, e o texto trata avaliação de risco e precificação de seguro como uso de alto risco. Uma companhia que já registra qual documento foi analisado, por quem e sob qual autorização chega à vigência com a evidência montada, em vez de começar a organizar depois.
Um diagnóstico de 30 minutos mapeia quais ferramentas de IA as áreas usam hoje, com que documentos e onde estão os pontos de exposição. Sem instalar nada e com NDA disponível antes da conversa.
Você conta como a IA entrou na sua operação, responde a algumas perguntas e recebe na hora uma leitura com o estágio de maturidade, os pontos de ganho e o que a plataforma resolve.
Começar o diagnóstico →Risco de crédito e projeções sem que o dado do cliente deixe o perímetro.
Sinistro, autorização e rede credenciada com dado de beneficiário protegido.
Contencioso e contratos do grupo, com acesso segregado por matéria.