Ninguém age de má-fé. O recrutador quer fechar a vaga que a área cobra desde o mês passado. Falta uma camada que reconheça o dado como pessoal antes de ele chegar ao modelo.
Triagem apoiada por IA sem critério registrado abre espaço para viés e para questionamento judicial da decisão de não contratar.
A LGPD assegura ao titular pedir revisão de decisão automatizada. Sem registro, a empresa não consegue nem reconstruir como a decisão foi tomada.
Atestado, laudo ocupacional e histórico de afastamento são dado sensível, com proteção mais rígida do que o cadastro comum.
Relato de conduta e histórico de avaliação viram prova em juízo. Cópia fora do perímetro enfraquece a defesa da própria empresa.
A mesma equipe, as mesmas ferramentas, com a decisão tomada antes de a informação sair. Cada tipo de dado tem o seu tratamento, definido com a diretoria de pessoas.
Cada consulta fica ligada à vaga ou ao processo de pessoas e ao responsável. É o documento que sustenta a resposta ao titular e à defesa trabalhista, sem depender da memória de ninguém.
O ganho é o mesmo que a equipe já busca nas ferramentas públicas. A diferença é que agora ele é auditável.
Como cada consulta carrega vaga, área contratante e responsável, o custo da IA entra no rateio e o ganho aparece por frente.
O consumo entra no centro de custo que pediu a vaga, então deixa de ser despesa concentrada no RH.
Limite de consumo com alerta e bloqueio automático, definido pela diretoria de pessoas.
Quando um candidato ou empregado pede explicação, a resposta é um registro e não uma versão.
Nenhuma ferramenta elimina viés sozinha. O que muda é que o critério usado e a consulta feita ficam registrados, então a empresa consegue auditar o próprio processo, corrigir o que estiver enviesado e responder a um pedido de revisão com evidência em vez de memória.
Não. O AIOFLOW é o ponto único de acesso aos modelos que a equipe já usa. Claude, GPT, Gemini e os demais continuam disponíveis, agora por uma porta onde a política da empresa vale e o registro acontece. Não se instala agente nas estações e não se perde acesso a modelo nenhum. A plataforma chega com um catálogo de mais de 300 modelos de agente e mais de 90 conectores homologados, que são personalizados para o contexto de cada cliente. Ninguém começa da folha em branco.
O acesso segue a hierarquia definida pela diretoria de pessoas, e consultas acima do nível do usuário exigem autorização registrada. A tentativa que fere a regra aparece na trilha como barrada, o que já é a resposta para uma auditoria interna.
Esse é o grupo com o tratamento mais restritivo da política, e a regra padrão sugerida é o bloqueio. A definição final é da empresa, feita no diagnóstico junto com o encarregado de dados e com o jurídico.
O PL 2338/2023 caminha para classificar o uso de IA em seleção e em gestão de trabalhadores como de risco elevado, com exigência de transparência, avaliação de impacto e direito de contestação. Um RH que já registra qual dado foi analisado, por quem e sob qual critério chega à vigência com a evidência montada, em vez de abrir um projeto de adequação depois.
Um diagnóstico de 30 minutos mapeia quais ferramentas de IA o RH usa hoje, com que dados de pessoas e onde estão os pontos de exposição. Sem instalar nada e com NDA disponível antes da conversa.
Você conta como a IA entrou na sua operação, responde a algumas perguntas e recebe na hora uma leitura com o estágio de maturidade, os pontos de ganho e o que a plataforma resolve.
Começar o diagnóstico →Contencioso e contratos do grupo, com acesso segregado por matéria.
Investigações internas e canal de denúncia sem contaminar o modelo público.
DRE, plano e material de conselho estruturados dentro do perímetro.