Ninguém age de má-fé: o profissional quer fechar o registro entre um atendimento e outro. O que falta é uma camada que reconheça o material como sigiloso antes de ele chegar ao modelo.
O Código de Ética do psicólogo trata o sigilo como regra, com exceções estreitas. Enviar conteúdo de sessão a um serviço de terceiro sem base contratual expõe o profissional a processo ético.
A norma disciplina o atendimento por meios de tecnologia e exige que o serviço garanta confidencialidade e guarda adequada dos registros.
Dado sobre saúde mental está entre os mais sensíveis da LGPD. Um vazamento tem impacto pessoal irreversível, não apenas sanção administrativa.
Relatórios e declarações circulam em contextos jurídicos e trabalhistas. Sem controle de origem, o serviço perde a capacidade de sustentar o que assinou.
A mesma equipe, as mesmas ferramentas, com a decisão tomada antes de a informação sair. Cada tipo de documento tem o seu tratamento, definido com a coordenação técnica.
Cada consulta fica ligada ao serviço, ao profissional e à finalidade. É o documento que sustenta a resposta a uma representação ética e ao titular do dado, sem depender de memória de ninguém.
O ganho é o mesmo que a equipe já busca nas ferramentas públicas. A diferença é que agora ele é auditável.
Como cada consulta carrega serviço, profissional e finalidade, o custo da IA entra no orçamento da unidade e o ganho aparece por frente de trabalho.
O consumo entra no centro de custo do serviço e do contrato corporativo, então deixa de ser despesa difusa.
Limite de consumo com alerta e bloqueio automático, definido pela coordenação técnica.
Menos tempo em documentação repetitiva significa mais agenda disponível e menos desgaste da equipe.
Não, e a plataforma não é feita para isso. O apoio se limita a organizar e redigir a partir do que o profissional já anotou. A leitura clínica, a hipótese e a conduta continuam sendo decisão do profissional habilitado, que assina o documento. A trilha mostra onde a IA atuou e onde a decisão humana entrou.
O AIOFLOW dá ao serviço o controle técnico e a evidência que o dever de sigilo exige: o conteúdo do atendimento não é enviado a um provedor sem base contratual, o tratamento aplicado fica registrado e cada consulta é vinculada a profissional e finalidade. A avaliação ética final é do profissional e da coordenação, mas passa a ser feita sobre fatos registrados.
A resolução exige que o serviço garanta confidencialidade e guarda adequada dos registros em atendimentos mediados por tecnologia. A trilha entrega exatamente esse tipo de evidência, em relatório exportável, para responder a uma fiscalização ou a uma representação sem reconstruir histórico.
Cada consulta carrega serviço, profissional e finalidade. A política pode isolar o contexto por caso, impedindo que conteúdo de um atendimento alcance outro, e o bloqueio fica registrado na trilha.
O PL 2338/2023 caminha para exigir transparência, rastreabilidade e responsabilização de quem usa IA, e sistemas aplicados a contexto clínico e a saúde mental tendem a ser classificados como de alto risco, com obrigações mais duras de documentação e supervisão humana. Um serviço que já registra qual conteúdo foi processado, por quem e sob qual finalidade chega à vigência com a evidência montada.
Um diagnóstico de 30 minutos mapeia quais ferramentas de IA a equipe usa hoje, com que conteúdo de atendimento e onde estão os pontos de exposição. Sem instalar nada e com NDA disponível antes da conversa.
Você conta como a IA entrou na sua operação, responde a algumas perguntas e recebe na hora uma leitura com o estágio de maturidade, os pontos de ganho e o que a plataforma resolve.
Começar o diagnóstico →Prontuários e hipóteses diagnósticas processados sem sair da instituição.
Avaliações, salários e mapeamento de talento com acesso por hierarquia.
Dados de alunos e menores sob o regime reforçado da LGPD.