Ninguém age de má-fé. O analista quer entregar a revisão da sala de dados antes do closing. O que falta é uma camada que reconheça o material como confidencial e vinculado a um deal antes de ele chegar ao modelo.
O acordo de confidencialidade lista quem pode acessar o material. Uma ferramenta de IA contratada por fora não está nessa lista e vira compartilhamento não autorizado.
Quando há companhia aberta envolvida, a informação da operação é relevante e ainda não pública. Ampliar quem tem acesso amplia o risco de uso indevido.
Sem segregação por deal, o contexto de um lado da mesa pode alcançar quem assessora o outro lado ou um competidor no mesmo processo.
Fundos e compradores estratégicos já auditam o assessor antes de contratar. A pergunta sobre uso de IA entra no questionário.
A mesma equipe, as mesmas ferramentas, com a decisão tomada antes de a informação sair. Cada tipo de material tem o seu tratamento, definido com os sócios e com o cliente.
Cada consulta fica ligada ao deal, à fase e ao participante. É o documento que sustenta a resposta ao cliente, ao comitê e à contraparte, sem depender de memória de ninguém.
O ganho é o mesmo que a equipe já busca nas ferramentas públicas. A diferença é que agora ele é auditável.
Como cada consulta carrega deal, fase e participante, o custo da IA entra na conta da operação e o ganho aparece onde ele acontece.
O consumo entra no deal, então deixa de ser despesa difusa da casa e pode compor o reembolso.
Limite de consumo com alerta e bloqueio automático, definido pelos sócios responsáveis.
Quando o cliente ou a contraparte pergunta como a assessoria usa IA, a resposta é um relatório.
O AIOFLOW dá à assessoria o controle técnico e a evidência que o acordo exige: o material do deal não é enviado a um provedor sem base contratual, o tratamento aplicado fica registrado e cada consulta é vinculada à operação. A avaliação jurídica final é da casa, mas ela passa a ser feita sobre fatos registrados.
Cada consulta carrega deal, fase e participante. A política pode isolar o contexto por operação, impedindo que material de um deal alcance o trabalho feito em outro, e o bloqueio fica registrado na trilha.
Não. Preço, estrutura e a decisão de seguir com a operação são sempre do cliente e dos sócios que assinam o mandato. O que a IA faz é organizar material de apoio, e o que a plataforma faz é registrar o que foi consultado e por quem.
A informação da operação é relevante e ainda não pública, então recebe o tratamento mais restrito da política, definido com a casa no diagnóstico. Na prática, o acesso passa a ser nominal e registrado, o que é justamente o que o cliente e o regulador esperam ver depois.
O PL 2338/2023 caminha para exigir transparência, rastreabilidade e responsabilização de quem usa IA. Uma assessoria que já registra qual documento de qual deal foi analisado, por quem e sob qual autorização chega à vigência com a evidência montada, em vez de começar a organizar depois.
Um diagnóstico de 30 minutos mapeia quais ferramentas de IA as equipes usam hoje, com que material de quais deals e onde estão os pontos de exposição. Sem instalar nada e com NDA disponível antes da conversa.
Você conta como a IA entrou na sua operação, responde a algumas perguntas e recebe na hora uma leitura com o estágio de maturidade, os pontos de ganho e o que a plataforma resolve.
Começar o diagnóstico →Minutas, acordos e NDAs de clientes analisados sob sigilo profissional.
DRE, plano e material de conselho estruturados dentro do perímetro.
Papéis de trabalho e achados com registro probatório de cada análise.