Ninguém age de má-fé. O analista quer entregar a carta do mês no prazo. O que falta é uma camada que reconheça a tese e a posição do cliente como material restrito antes de elas chegarem ao modelo.
Material em construção sobre posição, alocação ou operação pode configurar informação relevante ainda não pública. Enviá-lo a serviço de terceiro sem controle amplia o perímetro de quem tem acesso.
As Resoluções CVM 21 e 35 exigem controles internos e segregação de atividades. Uso informal de IA fica fora desses controles por definição.
O perfil e a posição do investidor são dado pessoal sujeito à LGPD. Tratá-los fora do perímetro sem base legal expõe a casa a sanção.
Alocadores institucionais e family offices já incluem uso de IA no questionário de due diligence operacional. A resposta precisa ser documental.
A mesma equipe, as mesmas ferramentas, com a decisão tomada antes de a informação sair. Cada tipo de material tem o seu tratamento, definido com compliance e com o comitê.
Cada consulta fica ligada à mesa, ao mandato e ao usuário. É o documento que sustenta a resposta ao compliance, ao alocador e à CVM, sem depender de memória de ninguém.
O ganho é o mesmo que a equipe já busca nas ferramentas públicas. A diferença é que agora ele é auditável.
Como cada consulta carrega mesa, mandato e usuário, o custo da IA entra na conta de despesa e o ganho aparece onde ele acontece.
O consumo entra na mesa e no fundo certos, então deixa de ser despesa difusa de tecnologia.
Limite de consumo com alerta e bloqueio automático, definido pelo comitê de compliance.
Quando o alocador pergunta como a casa usa IA, a resposta é um relatório.
Não. Recomendação, alocação e decisão de compra ou venda são sempre do analista, do gestor e do comitê da casa. O que a IA faz é organizar material de apoio, e o que a plataforma faz é registrar o que foi consultado e por quem.
As resoluções exigem controles internos, segregação de atividades e registro do processo decisório. O AIOFLOW entrega a camada técnica disso para o uso de IA: política escrita por tipo de material, acesso segregado por mesa e trilha exportável. A avaliação de aderência é da casa, feita sobre fatos registrados.
Cada consulta carrega mesa, mandato e usuário. A política pode isolar o contexto por estratégia, impedindo que material de uma mesa alcance o trabalho de outra, e o bloqueio fica registrado na trilha.
Não. Modelos públicos, privados e dedicados entram no mesmo plano de governança, sob um contrato. A política decide qual modelo atende cada tipo de material, e a casa troca de modelo sem trocar de governança.
O PL 2338/2023 caminha para exigir transparência, rastreabilidade e responsabilização de quem usa IA em processos que afetam pessoas. Uma gestora que já registra qual material foi analisado, por quem e sob qual autorização chega à vigência com a evidência montada, em vez de começar a organizar depois.
Um diagnóstico de 30 minutos mapeia quais ferramentas de IA as mesas usam hoje, com que material e onde estão os pontos de exposição. Sem instalar nada e com NDA disponível antes da conversa.
Você conta como a IA entrou na sua operação, responde a algumas perguntas e recebe na hora uma leitura com o estágio de maturidade, os pontos de ganho e o que a plataforma resolve.
Começar o diagnóstico →Risco de crédito e projeções sem que o dado do cliente deixe o perímetro.
Papéis de trabalho e achados com registro probatório de cada análise.
Investigações internas e canal de denúncia sem contaminar o modelo público.