Ninguém age de má-fé. A coordenadora quer devolver o parecer para a família ainda hoje. Falta uma camada que reconheça o dado como de menor antes de ele chegar ao modelo.
A LGPD trata dado de criança e adolescente em regime próprio, com consentimento específico de um dos pais ou responsável. Ferramenta pública não coleta esse consentimento.
Relatórios de apoio, diagnósticos e prescrições são dado pessoal sensível, com proteção mais rígida do que o cadastro comum.
A escola responde pelo tratamento mesmo quando a exposição partiu de um professor bem-intencionado usando ferramenta própria.
Um episódio de vazamento em instituição de ensino vira caso público e afeta matrícula na temporada seguinte.
A mesma equipe, as mesmas ferramentas, com a decisão tomada antes de a informação sair. Cada tipo de dado tem o seu tratamento, definido com a direção.
Cada consulta fica ligada à turma e ao responsável. É o documento que sustenta a resposta à família, à mantenedora e a uma auditoria de proteção de dados, sem depender da memória de ninguém.
O ganho é o mesmo que a equipe já busca nas ferramentas públicas. A diferença é que agora ele é auditável.
Como cada consulta carrega turma, unidade e responsável, o custo da IA entra no orçamento da unidade e o ganho aparece por área.
O consumo entra no centro de custo do campus ou da unidade, então deixa de ser uma linha única de tecnologia.
Limite de consumo com alerta e bloqueio automático, definido pela direção.
Quando um responsável pergunta como a escola usa IA com o dado do filho, a resposta é um relatório.
Ele recebe o tratamento mais restritivo da política, definido com a direção e com o encarregado de dados. A instituição passa a demonstrar qual informação foi analisada, por quem e com qual finalidade, que é exatamente o que a LGPD cobra no regime aplicável a crianças e adolescentes.
Não. O AIOFLOW é o ponto único de acesso aos modelos que a equipe já usa. Claude, GPT, Gemini e os demais continuam disponíveis, agora por uma porta onde a política da empresa vale e o registro acontece. Não se instala agente nas estações e não se perde acesso a modelo nenhum. A plataforma chega com um catálogo de mais de 300 modelos de agente e mais de 90 conectores homologados, que são personalizados para o contexto de cada cliente. Ninguém começa da folha em branco.
São dois temas separados. A plataforma governa o uso institucional, feito pela equipe com dado da escola. O uso pelos alunos é política pedagógica, e o diagnóstico ajuda a escrever as duas de forma coerente, sem misturar o que é regra de conduta com o que é controle técnico.
Sim. Cada unidade tem a sua política, o seu limite de consumo e o seu relatório, e a mantenedora enxerga o conjunto. Material de uma unidade não alcança o trabalho feito em outra quando a política assim definir.
O PL 2338/2023 caminha para exigir transparência, rastreabilidade e responsabilização de quem usa IA, com atenção redobrada quando o titular é criança ou adolescente. Uma instituição que já registra qual dado foi analisado, por quem e sob qual autorização chega à vigência com a evidência montada, em vez de correr atrás na virada do ano letivo.
Um diagnóstico de 30 minutos mapeia quais ferramentas de IA a equipe usa hoje, com que dados de alunos e onde estão os pontos de exposição. Sem instalar nada e com NDA disponível antes da conversa.
Você conta como a IA entrou na sua operação, responde a algumas perguntas e recebe na hora uma leitura com o estágio de maturidade, os pontos de ganho e o que a plataforma resolve.
Começar o diagnóstico →Beneficiários e doadores protegidos, com prestação de contas auditável.
Processos e dados de cidadãos sob dever de transparência e de sigilo.
Avaliações, salários e mapeamento de talento com acesso por hierarquia.