Ninguém age de má-fé: o consultor quer entregar a análise no prazo combinado. O que falta é uma camada que reconheça o documento como material sob NDA antes de ele chegar ao modelo.
O acordo de confidencialidade costuma proibir compartilhamento com terceiro não autorizado. Enviar o material a um serviço de IA sem base contratual configura exatamente a hipótese que o cliente quis evitar.
Sem segregação por projeto, o contexto de um cliente pode alcançar o trabalho feito para o concorrente, que é o risco reputacional mais grave de uma firma de consultoria.
Framework, base de benchmark e modelo de análise são o ativo que sustenta o fee. Fora do perímetro, deixam de ser exclusivos.
Clientes corporativos já auditam consultorias como fornecedores. A pergunta sobre uso de IA entra no questionário antes da contratação.
A mesma equipe, as mesmas ferramentas, com a decisão tomada antes de a informação sair. Cada tipo de material tem o seu tratamento, definido com os sócios.
Cada consulta fica ligada ao projeto e ao cliente. É o documento que sustenta a resposta ao comitê do cliente e ao próprio sócio responsável, sem depender de memória de ninguém.
O ganho é o mesmo que a equipe já busca nas ferramentas públicas. A diferença é que agora ele é auditável.
Como cada consulta carrega projeto, cliente e prática, o custo da IA entra na precificação da hora e o ganho aparece por área.
O consumo entra no centro de custo do projeto e do cliente, então deixa de ser despesa difusa da firma.
Limite de consumo com alerta e bloqueio automático, definido pelo comitê de sócios.
Quando o cliente pergunta como a firma usa IA com o material dele, a resposta é um relatório.
A leitura contratual final é da firma, mas ela passa a ser feita sobre fatos registrados. O material do cliente não é enviado a um provedor sem base contratual, o tratamento fica registrado e cada consulta é vinculada ao projeto. É a diferença entre afirmar cumprimento e demonstrar cumprimento.
Não. O AIOFLOW é o ponto único de acesso aos modelos que a equipe já usa. Claude, GPT, Gemini e os demais continuam disponíveis, agora por uma porta onde a política da empresa vale e o registro acontece. Não se instala agente nas estações e não se perde acesso a modelo nenhum. A plataforma chega com um catálogo de mais de 300 modelos de agente e mais de 90 conectores homologados, que são personalizados para o contexto de cada cliente. Ninguém começa da folha em branco.
Cada consulta carrega projeto, cliente e prática. A política pode isolar o contexto por projeto, impedindo que material de um cliente alcance o trabalho feito para o concorrente, e o bloqueio fica registrado na trilha.
Framework, base de benchmark e modelo de análise entram como material da própria firma, com nível de acesso definido pelos sócios. O objetivo é que o ativo intelectual permaneça dentro do perímetro em vez de alimentar um serviço de terceiro.
O PL 2338/2023 caminha para exigir transparência, rastreabilidade e responsabilização de quem usa IA. Uma firma que já registra qual material foi analisado, em qual projeto e sob qual autorização chega à vigência com a evidência montada, e ainda usa isso como diferencial em processo de contratação de fornecedor.
Um diagnóstico de 30 minutos mapeia quais ferramentas de IA a equipe usa hoje, com quais materiais de cliente e onde estão os pontos de exposição. Sem instalar nada e com NDA disponível antes da conversa.
Você conta como a IA entrou na sua operação, responde a algumas perguntas e recebe na hora uma leitura com o estágio de maturidade, os pontos de ganho e o que a plataforma resolve.
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